quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Reencontro


Ahhhh...Que maravilha!
Minha mamãe estará chegando no próximo domingo.
Não vejo a hora de poder dar um abraço (daqueles sem hora para acabar), olhar nos olhos dela e dizer o quanto a amo e senti saudade.
Saudade gostosa de vê-la sorrindo, rindo de minhas maluquices, contando minhas aventuras...
Interessante sentir (e saber, agora), o quão "pesado" é estar longe dela.
Estou em um estado de animação incrível!
Se possível fosse, esticaria o mês de dezembro por pelo menos uns trilhões de dias...ehhee
Definitivamente, este será um dezembro inesquecível...Estou me sentindo, novamente, a "filhinha de mamãe"

Beijos de Fogo !!!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011


Que dor de cabeça I N F E R N A L !
Acho que estou adoecendo...muito chá, pantufa e cama...
Snif, snif

quarta-feira, 16 de novembro de 2011


Quando procuramos um significado de quem somos afinal e para onde poderemos ir, devemos ir lá bem pertinho de quem nos trouxe para aqui… fazer compreender, ligar a quem somos…finalmente, poderemos tentar saber se afinal ainda existem caminhos possíveis de trilhar em que teremos paz e encontro com o nosso eu interior.
Na noite das possíveis noites, das tardes de possíveis tardes, lembram novas memórias que não foram mas poderiam ter sido, lindas e completas…
(.C.L)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011


Estende-me a tua mão. Quero percorrer com meus dedos os caminhos que elas traçam. Quero tocar-te. Quero segurar-te e guardar-te, quero-te então e apenas.
Estende-me o teu braço. Quero agarrar-te contra mim e fundir-te na minha pele! Quero o teu cheiro e quero-a intensamente. Quero-te em largos sorvos de paixão. Quero provar sorver a tua pele doce, e embriagar-me com a essência do teu existir.
Abre os teus olhos, e derrama a sua luz no meu corpo apagado. Quero vida (a que tu me podes dar). Quero-a tanto... Pousa a tua boca sobre o meu pescoço, e faz-me estremecer com o toque dos teus lábios. Quero sentir o calor voltar ao meu corpo. Preciso do teu. Preciso de ti.
Fui eu que (te) sonhei. Aqui. Agora. Para mudar a minha cor cinzenta, e inundar-me de luz. Foste tu que (me) desenhaste. Para ti. Aqui. Agora. Faz-me viver! Dá-me o alento. Quebro a (minha) pele fria de pedra e toco-te. Rompes as amarras que me prendem ao frio. Perguntas-me se (te) quero. Olho-te e Sim... Eu Quero!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011



PODEM ME JOGAR AOS LOBOS...
VOLTAREI COMO A LÍDER DA MATILHA!!!

BEIJOS DE FOGO

Estou voltando...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Quando meu coração doi, você me chama. Quando eu quero pular, você me segue.  No momento que eu procuro abrigo, você abre as asas. E quando eu grito, você pede pra eu berrar mais!!!!!!!

Beijos de Fogo!!!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Dois caminhos

Certa vez, em um reino distante, um homem fora acusado de assassinar uma nobre. No entanto, o tal homem era inocente, mas, apesar de toda a corte saber disso, pois, o verdadeiro assassino fazia parte da realeza, eles precisavam de um bode espiatório.
O pobre homem foi capturado, preso em uma cela e aguardava o julgamento que, de certo, o condenaria para uma morte terrível na forca. Afinal, nenhum membro da lei daquela corte acusaria o real assassino.
O dia do julgamento chegou... O juíz chamou o acusado e fingindo que haveria um julgamento real, disse:
- Para que todos no reino vejam que somos justos e valorizamos a vida de qualquer um que viva em nosso reino, estamos aqui para lhe dar um julgamento justo, honesto.
Coitadinho, o pobre homem nem desconfiava, até então, que tudo já estava devidamente tramado para sua condenação e morte certas.
Continuou o juíz:
- Homem, farei algo por você. Nestes dois pedaços de papel, escreverei as palavras INOCENTE e CULPADO. Uma em cada pedacinho e você será o responsável pelo seu destino. Se escolher o pedaço escrito inocente, então, inocentado será, contudo, se pegar o papel com o escrito culpado, será levado à forca.
Com tal declaração o homem teve a esperança de conseguir se salvar. Orou, pedindo para que Deus o iluminasse e fosse, certeiro na escolha do papel, no qual haveria sua inocência junto ao assassinato.
O juíz, pegou os papeis e escreveu em ambos a palavra CULPADO, fazendo com que assim, o pobre homem fosse, de qualquer maneira levado à condenação.
Porém, o acusado desconfiou do comportamento do juíz e, mais uma vez, pediu para Deus o iluminar em sua derradeira escolha.
Ficou em frente aos dois pedaços de papel, pensou, pensou e, de repente, pegou um dos pedaços e colocou em sua boca, engolingo logo em seguida.
O juíz olhou espantado com tal reação e disse:
- E agora, homem...como saberemos sua sentença? Você engoliu o papel!
O pobre homem, com um sorriso nos lábios, finalmente disse:
- Senhor juíz, acreditando na justiça de vossa corte, em seu julgamento e bondade para comigo, eu engoli o papel, sabendo que, o que está ai em cima de vossa mesa, é o contrário do escolhido por mim...veja...
Abrindo, então o papel restante, o pobre homem viu e mostrou a todos a palavra CULPADO escrita no papel, ficando, portanto, sua sentença dada como inocente.

MORAL: Mesmo em meio a tantos problemas, às vezes devemos "engolir" certas coisas, pensar e chegar até as resposta... Acreditando sempre em Deus. Nada é tão difíl quanto parece quando, realmente, queremos resolver. Temos dois caminhos: nos entregamos aos problemas, ou os encaramos para chegar ao resultado final.

Beijos de Fogo...